Princípios físicos de sensoramiento remoto

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2015

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O que se entende por sensoriamento remoto (SR) depende um pouco do tipo de aplicação que se pretende dar às imagens e aos dados digitais coletados por sensores instalados principalmente a bordo de satélites de observação da Terra ou de aeronaves. Para vários profissionais, o SR representa, sobretudo, a identifica- ção ou o monitoramento de feições presentes na superfície da Terra. Para outros, é usado também para se extrair informações quantitativas de parâmetros que descrevam ou influenciem inúmeros processos operando sobre os vários sistemas físicos, químicos, biológicos e geológicos terrestres. Um importante exemplo desse caso é a determinação da temperatura da superfície do mar (TSM). Essa variável física pode ser estimada em escala global a partir de dados coletados por sensores remotos orbitais nas faixas do infravermelho (IV) termal e em micro-ondas. A TSM é um dos principais parâmetros físicos indicativos das mudanças climáticas globais. As características da vegetação, os processos de desmatamento, o estágio de crescimento ou de fitossanidade da vegetação, bem como as queimadas vêm sendo monitorados por sensores remotos orbitais que operam principalmente nas faixas do visível, IV refletido e termal. Poderíamos continuar com outros exemplos igualmente importantes, mas basta dizer que, quando se pretende refinar essas medidas ou monitoramentos, ou fazer inferências sobre mudanças ou previsões, precisamos nos basear num entendimento mais sólido sobre os processos de in- teração da radiação eletromagnética (REM) com os vários alvos de interesse, nas várias faixas espectrais utilizadas no SR. PREFÁCIO

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Teledetección, Ondas electromagnéticas, Radiometría

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