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dc.coverage.spatialhttp://expeditiorepositorio.utadeo.edu.co
dc.creatorSalcedo Fidalgo, Diego
dc.date.accessioned2020-08-20T17:55:47Z
dc.date.available2020-08-20T17:55:47Z
dc.date.created2011
dc.identifier.otherhttps://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/10389.pdf
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/20.500.12010/12031
dc.description.abstractSi con la autonomía del arte y de la estética resultaban claras las fronteras dicotómicas como arte y cultura o arte superior y arte inferior, hoy el asunto resulta menos claro: la hibridación, el kitsch, las manifestaciones creativas naives entre otros fenómenos, ponen en evidencia que las fronteras del mundo del arte son bastante borrosas. Siendo así, sus problemas se desplazan hacia otras prácticas (comunitarias, económicas, políticas) y otras disciplinas (antropología, sociología, economía, administración). Por lo tanto, las preguntas acerca de los circuitos del arte y de las instituciones cobran gran relevancia para la comprensión de dicho mundo. El campo de producción creativa, no referido sólo al artista y su obra, se extiende hacia las nociones de la circulación (mercado, museos, galerías); la definición de lo legítimamente artístico (¿qué circula en los canales hegemónicos y qué creaciones buscan circuitos alternativos?); las condiciones de posibilidad para la construcción del valor artístico. Los discursos sobre la multiculturalidad, la resistencia y el empoderamiento de grupos subalternos fragmentan la noción clásica del creador. Ampliando esta definición, el género, la raza, la elección sexual median en la definición de noción creativa, trayendo al centro del debate el concepto de cultura. Desde esta perspectiva, el “arte” es un tipo de producción simbólica y una práctica cultural. En este contexto, hoy, las nociones de pluralidad, nomadismo, alteridad y globalización resultan cruciales para pensar el arte.spa
dc.format.extent11 páginas
dc.format.mimetypeapplication/pdfspa
dc.language.isospaspa
dc.publisherUniversidad de Bogotá Jorge Tadeo Lozanospa
dc.subjectMuseospa
dc.subjectGlobalizaciónspa
dc.subjectCircuitosspa
dc.titleCircuitos, instituciones y globalización del artespa
dc.type.localCapítulo de librospa
dc.subject.lembArtespa
dc.subject.lembValor artísticospa
dc.subject.lembHistoriaspa
dc.rights.accessrightsinfo:eu-repo/semantics/openAccessspa
dc.type.hasversioninfo:eu-repo/semantics/acceptedVersion
dc.rights.localAbierto (Texto Completo)spa
dc.subject.keywordArtspa
dc.subject.keywordGlobalizationspa
dc.subject.keywordCircuitsspa
dc.subject.keywordMuseumspa
dc.identifier.repourlhttp://expeditiorepositorio.utadeo.edu.co
dc.description.hashtag#Artespa
dc.description.hashtag#Culturaspa
dc.identifier.CvLAChttp://scienti.colciencias.gov.co:8081/cvlac/visualizador/generarCurriculoCv.do?cod_rh=0000568856
dc.description.abstractenglishSe com a autonomia da arte e da estética ficavam claras as fronteiras dicotômicas como arte e cultura, ou arte superior e arte inferior, hoje o assunto resulta menos claro a hibridação, o kitsch, as manifestações criativas naives, entre outros fenômenos, colocam em evidencia que as fronteiras do mundo da arte são muito tênues. Assim sendo, seus problemas se deslocam para outras práticas (comunitárias, econômicas, políticas) e outras disciplinas (antropologia, sociologia, economia, administração). Consequentemente, as perguntas acerca dos circuitos da arte e das instituições adquirem grande relevância para a compreensão deste mundo. O campo de produção criativa, referente não apenas ao artista e sua obra, estende-se em direção às noções de circulação (mercado, museus, galerias); à definição do que é legitimamente artístico (o que circula nos canais hegemônicos e que criações buscam circuitos alternativos?); às condições de possibilidade para a construção do 635 valor artístico. Os discursos sobre o multiculturalismo, a resistência e a concessão de poder a grupos subalternos fragmentam a noção clássica de criador. Ampliando esta definição, o gênero, a raça, a escolha sexual, mediam a definição de noção criativa, trazendo ao centro do debate o conceito de cultura. Desde esta perspectiva, a "arte" é um tipo de produção simbólica e uma prática cultural. Neste contexto, hoje, as noções de pluralidade, nomadismo, alteridade e globalização são cruciais para pensar a arte.spa
dc.type.driverhttp://purl.org/redcol/resource_type/CAP_LIB
dc.type.coarhttp://purl.org/coar/resource_type/c_1162spa


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